20/03/2009

BICUDO




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O PÁSSARO


Bicudo Rio Negro - Galador

O Bicudo, Oryzoborus maximiliani, é um pássaro apreciado pela sua beleza física e também por seu canto melódico, rico em notas e com voz flauteada. Toma postura ereta ao cantar, com o peito empinado e cauda baixada, destacando sua valentia e disposição para disputas territoriais. É atualmente no Brasil um dos pássaros canoros mais afamados e procurados. A frase musical do canto dos bicudos apresenta, por vezes, mais de 20 notas.


Ocorrem variações regionais e individuais no canto e na cor do bico. Participam das provas de canto e fibra nos torneios brasileiros.

Voa com facilidade longas distâncias e alcança altitudes muito elevadas. A velocidade durante o vôo é muito rápida, favorecida pelo seu pouco peso que é geralmente cerca de 25g, com um comprimento médio de 16 cm e uma envergadura de 23 cm. Sua cauda é composta de 12 penas e cada asa possui 17 penas. É dotado de uma ótima visão, possui um bico grosso e cônico.

Prefere regiões de clima quente, com temperatura acima de 25°C. Habita veredas com arbustos, beira de capões, brejos, principalmente onde haja água abundante e também a ocorrência do capim-navalha (Hypolytrum pungens), que é o alimento básico do bicudo em ambiente natural. Este capim é regulador de intestino, conserva o bico e, principalmente, ajuda o pássaro a se recuperar de qualquer tipo de queda de resistência física. Porém, sabemos que contém muito cálcio, não devendo ser administrado em excesso nos ambientes domésticos. Aprecia ainda o arroz, o que colabora muito para o seu desaparecimento, por causa dos agrotóxicos.

Quando adulto, os machos apresentam coloração preta, com uma mancha branca na parte externa das asas. A parte inferior das asas apresenta nuances de branco. Seu bico é branco ou manchado na maioria dos bicudos. Os da subespécie Astrirostris apresentam seu bico totalmente preto. As Fêmeas e os filhotes apresentam coloração parda, e tons de castanho.

Durante a muda de penas eles não cantam, ficam escondidos e saem do seu território. Por esse comportamento, pouco se conhece sobre o habitat nesta época de muda. Grande parte das aves se adapta a vários tipos de ambientes, mas os bicudos não apresentam essa capacidade. Fora do ambiente descrito como ideal para esses pássaros, a procriação se torna muito difícil.

O bicudo é um pássaro territorialista, isto é, dominam um espaço onde não permitem a presença de outros exemplares de sua espécie. O tamanho do território é aproximadamente 100 metros de diâmetro ao redor do ninho, onde seu canto possa ser escutado com nitidez. Esta área territorial é utilizada principalmente na estação reprodutiva. As fêmeas também são muito agressivas, sendo capazes de travar lutas de morte com outras fêmeas para defender seu território e seu macho.

Na natureza os bicudos são monogâmicos, ou seja, vivem em casais estáveis, que estão juntos durante a maior parte do tempo. Voam um atrás do outro, procurando não se separar muito e mantendo comunicação através dos piados e do canto. As fêmeas sempre têm a preferência na hora da alimentação. Há muitas diferenças entre o comportamento do macho e da fêmea. Os machos são vigilantes e alertas, movimentam-se muito e por esse motivo aparecem mais que as fêmeas. Procuram estar sempre nos lugares onde podem avistá-las. As fêmeas ficam mais escondidas e se preocupam mais com a segurança do ninho.

Na natureza não há registro de exemplar que tenha vivido mais de dez anos pelo fato de ficarem muito expostos aos inimigos naturais, como aves de rapina, pássaros maiores, répteis, o homem, doenças, brigas entre indivíduos da mesma espécie, dificuldade de alimentar-se em épocas de seca e destruição dos habitats naturais. Porém em ambiente doméstico, onde os mesmos contam com a proteção dos criadores, alimentação balanceada e medicação apropriada, existem inúmeros pássaros com 20, 30 anos ou mais que ainda participam de torneios. Possuem a capacidade de reproduzir-se com idade avançada. Esta característica é utilizada pelos criadores para realizar melhoramento genético. Através do cruzamento de pássaros campeões, estaremos garantindo a obtenção de filhotes com grande qualidade.

Atinge a maturidade sexual com cerca de dois anos e meio. Com a sucessão das gerações reproduzidas em cativeiro estão se tornando mais precoces, com machos iniciando a reprodução com dois anos e as fêmeas com um ano e meio.

As posturas são de dois ovos (em alguns casos são três) e o período de incubação varia de 13 a 15 dias. A estação reprodutiva vai de outubro a março e um casal pode tirar uma média de três ninhadas no período. Na maioria das vezes o resultado de uma ninhada é um casal de filhote. Atualmente são reproduzidos com certa facilidade em cativeiro, e é essa a grande garantia para a perpetuação da espécie. O Governo Federal, através do IBAMA, incentiva, orienta e normatiza procedimentos para a manutenção e transferência de posse dos pássaros silvestres reproduzidos em cativeiro.

As subspécies e os indicativos médios anuais segundo o ibama.

Nome Cientifico Nome Comum Indicativos Médios Anuais de: Diametro
Ninhadas Posturas Anilhas
Oryzoborus crassirostris Bicudinho-belenzinho 3 3 9 2,8
Oryzoborus m. maximiliani Bicudo-verdadeiro 3 2 6 3,0
Oryzoborus m. gigantirostris Bicudo-pantaneiro 3 2 6 3,2
Oryzoborus m. atrirostris Bicudo-do-bico-preto 3 2 6 3,2
Oryzoborus m. magnirostris Bicudo-pataneiro-grandão 3 2 6 3,2

PINTASSILGO DA BOLIVIA


Pintassilgo, da Patagônia ao Norte do Brasil

Muitos são os pássaros que os ornitólogos amadores e ornitófilos chamam de Pintassilgo, variando muitas vezes no tamanho e nas cores estes tipos se apresentam em quase todo o continente sul-americano, desde a Patagônia até as regiões mais quentes do norte. Se bem que a maioria dos Pintassilgos pertença à mesma família dos Fringilídeos, os mais característicos são aqueles do gênero Spinus, que são eminentemente de origem sul-americana, mais propriamente da Terra do Fogo (Patagônia), onde de início vamos encontrar o Senos magellanicus magellanicus, que recebeu este nome por ser encontradiço no Estreito de Magalhães, a que os franceses chamam de Magella. Esta subespécie é chamada de Pintassilgo da Patagônia. Mais para o norte do continente, de Buenos Aires até as regiões centro-sul do Brasil, vamos encontrar outra subespécie, ou seja, o Pintassilgo do Sul (Spinus magellanicus ictericus) que novamente é substituído mais ao norte ou oeste pelo Pintassilgo do Oeste (Spinus magellanicus alleni).

Todas estas três subespécies são muito semelhantes no aspecto e no colorido.

Serve aqui lembrar de que como ocorre com a maioria dos animais, também os Pintassilgos em suas espécies mais aparentadas, se sucedem umas as outras, conforme andamos de um para outro lado no globo terrestre, confirmando as observações que Oarwin fez a bordo do Beagle.

Subindo mais no mapa do continente americano, vamos encontrar, já nos Estados Unidos, o Spinus tristis, que então poderíamos chamar de Pintassilgo Americano, e assim por diante, com o Spinus yarrelli no nordeste brasileiro, o Spinus cuculatus na Venezuela, o Spinus stratus no Chile etc.

Além dos pássaros do gênero Spinus, temos os do gênero Carduelis que também são chamados de Pintassilgos como é o caso do Carduelis carduelis ou Pintassilgo português (do Reino), o Carduelis spinus ou Pintassilgo Verde e o Carduelis atrata ou Pintassilgo da Bolívia.

Outros ainda, apesar de não serem deste gênero, são também chamados de Pintassilgo como o Cissops levariana ou Pintassilgo da Mata Virgem e o Nemosia guirra ou Pintassilgo da Amazônia.

Outras informações sobre os Pintassilgos podem ser obtidas no Pequeno Manual do Ornitólogo Amador, onde há um capítulo inteiro sobre estas pequenas aves da ordem dos pássaros.

Os Pintassilgos e em especial o nosso Spinus magellanicus ictericus são pássaros muito frágeis e, quando caçados, raramente resistem ao cativeiro quando são submetidos ao trato de pessoas pouco hábeis. Os pássaros não devem ser criados! Mas como sabemos que a caça aos Pintassilgos ainda é uma realidade aconselhamos aos "caçadores" que sempre libertem as fêmeas, ou todos os tipos jovens, de sexo indefinido, para melhor se preservar esta espécie. Aos machos adultos cativos se deve dedicar uma atenção toda especial, pois, raramente não morrem em cativeiro já nos primeiros dias. Entre diversas coisas a fazer se diz que a higiene das gaiolas é um fator de grande importância. O Pintassilgo deve ser mudado de gaiola a cada 15 didas, ao menos, nos 3 ou 4 primeiros meses. Neste período a alimentação deve ser à base de verduras tenras e de uma mistura de níger e alpiste. Nas primeiras semanas de cativeiro, se deve usar sulfa em diluição na água dos bebedouros, pois, ao que parece, os Pintassilgos recém-cativos morrem devido a infestação de germes e parasitos, aos quais, na natureza, podem melhor combater por processos ainda desconhecidos.


Dicas:
Não compre aves silvestres de nossa fauna se esta não possuir autorização do IBAMA.
Você pode adquirir um pintassilgo nacional legalizado através de criadouros e criadores regularizados pelo IBAMA.
Caçar aves silvestres no Brasil é crime ambiental e penalizado com multa e prisão

PATATIVA


PATATIVA
Canto melodioso e triste. O belo canto da Patativa tem tantos admiradores que, no Brasil, ele já foi citado em música, verso e prosa. Na natureza, o macho (foto) usa o canto melodioso para demarcar seu território.

Hoje, no Brasil, a maioria dos criadores de pássaros tem como objetivo a reprodução das espécies. Porém, até 1967, quando era permitido o comércio dos pássaros brasileiros e esses não eram tão raros, sendo facilmente encontráveis na natureza, os passarinheiros mantinham apenas machos, que em geral têm uma plumagem mais bonita e são bons cantores. Um dos pássaros mais procurados nessa época foi a Patativa, devido à sua beleza, ao seu porte, à sua maneira de pousar e, principalmente, devido ao seu canto.

O canto da Patativa, melodioso e triste, é tão atraente que o nome deste pássaro virou apelido de alguns cantores nordestinos. Devido a ele a Patativa já foi citada em uma música famosa de Vicente Celestino, no romance "Ubirajara", de José de Alencar, e no poema "As primaveras", de Casimiro de Abreu.

A Patativa vive nos campos, vegetações ribeirinhas e baixadas, ocorrendo também na Argentina e Paraguai. Durante o inverno, época em que vive em grupos, a Patativa é dificilmente vista, pois fica escondida realizando a troca de suas penas. A partir de setembro anda em casais, e seu canto pode ser percebido ao longe.

Entre os meses de março/abril e julho/agosto fica em baixadas úmidas e brejos, onde pode obter sementes de gramíneas. Nessa época praticamente não canta. Com a chegada da primavera, a alimentação torna-se mais rica e os machos começam a formar territórios e disputar as fêmeas para o acasalamento. Como todo os pássaros territoriais, a Patativa defende com valentia seu domínio da invasão de outra ave, da mesma espécie ou não. Os machos costumam ficar no alto das árvores cantando incessantemente para demarcar o seu espaço.

As fêmeas fazem ninho numa forquilha não muito alta, usando raízes e gramíneas para a parte externa. A parte interna é forrada de raízes mais moles e, se encontrada, crina de cavalo. O ninho tem forma de taça e a postura é de dois a três ovos.

Em cativeiro adapta-se com muita facilidade, logo se tornando uma ave mansa e dócil com o proprietário. No entanto, não é aconselhável colocar nenhum outro pássaro junto com um casal na mesma gaiola pois, para o macho, na época de reprodução, a gaiola é seu território e como tal será defendido. No caso de viveiros maiores, outros pássaros podem mexer no ninho da Patativa, ou levá-la a uma insegurança que acabará impedindo a sua reprodução. Deve-se tentar a reprodução desde setembro. A partir daí, a gaiola não deve mais ser retirada do lugar e as Patativas não devem ver mais nenhum pássaro, principalmente de sua espécie, para que seja garantida a tranqüilidade total ao casal. Se, durante o choco e o nascimento dos filhotes, o macho começar a atrapalhar a fêmea ou maltratar os filhotes, deve ser retirado da gaiola e a fêmea se incumbirá sozinha da criação da prole.

O filhote, até um ano de idade, é pardacento. Depois desse ano, se o espécime for macho, adquirirá uma cor azul-acinzentada e a fêmea continuará com a cor do filhote. Há uma variedade que ocorre em várias regiões do Brasil e mais freqüentemente no norte do Paraná, bem mais rara e de bico amarelo, o que a torna muito mais bonita e desejada.

CUIDADOS NO CATIVEIRO
Alimentação: Alpiste, painço, arroz em casca e verduras, como escarola ou couve. Para a reprodução, reforçar essa alimentação básica com uma ração feita de Neston ou farinha de rosca, adicionando-se uma colher pequena de Sustagem, Gevral ou Meritrene e uma gema de ovo cozida e amassada numa peneira. Essa ração também serve para a alimentação dos filhotes, junto com larvas de Tenébrio.
Anilhamento: Os filhotes devem ser anilhados no sexto dia de vida com o anel de 2,5cm de diâmetro.
Classificação zoológica: ordem dos Passeriformes, subordem dos Oscines, família dos emberezidas, gênero Sporophila e espécie plumbea.
Instalações: A sua criação é conseguida mesmo em gaiolas pequenas, como a gaiola nº 3, de 70cm de comprimento, 40 de altura e 30 de fundo. A gaiola deve ser colocada num local calmo, com boa claridade e sem correntes de vento. Pode-se usar o ninho de corda para Canários e, para maior proteção e segurança, deve-se camuflá-lo com folhagens artificiais.
Média de vida: De 10 a 15 anos.
Porte: 12 cm.
Reprodução: A postura é de dois a três ovos que são incubados por 13 dias. Os filhotes saem do ninho com 13 dias, e com mais ou menos 35 dias já se alimentam sozinhos e devem ser separados dos pais.
Saúde: Pássaro de fácil criação em cativeiro e bastante resistente, dificilmente contrai doenças. Porém, para evitar problemas, convém mantê-lo longe de correntes de ar com as instalações sempre limpas - trocar a água de banho e de beber diariamente e não usar sabão para limpar os vasilhames

TICO TICO






Reprodução Tico-tico
(Zonotrichia capensis)
Família Fringillidae



Caracterização
Mede 15 cm. Tem um pequeno topete com desenho estriado na cabeça, um colar ferrugíneo e garganta branca. É um dos pássaros mais populares e estimados no Brasil este-meridional.


Habitat
Habita paisagens abertas, campos de cultura, fazendas, jardins, até em pátios e coberturas ajardinados.


Distribuição
É abundante em clima temperado, como nas montanhas do Sudeste, até nos seus cumes mais altos, expostos a ventos fortes e frios; o habitat apropriado do tico-tico aumenta constantemente pelo desmatamento e drenagem, o pássaro torna-se facilmente sinantropo; penetra até nas cidades quando há ajardinamento suficiente. Ocorre do México, América Central, maior parte da América do Sul até a Terra do Fogo, com muitas lacunas. Está em todos lugares do Brasil, menos nas densas e úmidas áreas florestais, especialmente na Amazônia.


Hábitos
Entre os traços interessantes do seu comportamento figura a técnica de esgravatar alimento no solo por meio de pequenos pulos. Para removerem a camada superficial de folhas ou terra solta que recubra o alimento (sementes, artrópodes etc): perscrutando o terreno à sua frente pulam até 4 vezes consecutivas verticalmente sem alterar a posição das pernas e esgravatando o chão com ambos os pés sincronizadamente jogando para trás o material impeditivo. A tendência de executar tal movimento pelo tico-tico é tão forte que mesmo quando come algo sobre uma lage de cimento limpo ou num quintal pula da mesma forma.


Alimentação
É granívora, uma especialização considerada como uma evolução recente. Nota-se, ao mesmo tempo, uma sensibilidade reduzida em relação à sensação de amargo (nos padrões humanos), adaptação vantajosa para o consumo de sementes que são, muitas vezes, extremamente amargas.


Reprodução
Durante a reprodução vivem estritamente aos casais sendo extremamente fiéis a um território, que o macho defende energicamente contra a aproximação de outros machos de sua espécie. Tornam-se assim fáceis vítimas de caçadores.
O ninho é uma tigela aberta e rala, feito de capim seco e raízes. A fêmea bota de dois a cinco ovos, que são de campo esverdeado com uma coroa de salpicos avermelhados no pólo obtuso.

Os tico-tico jovens estabelecem territórios entre o 5º e o 11º mês de vida.

Sofrem pesadas perdas de sua própria prole, pois o Chopim é uma ave parasita que retira os ovos do ninho do tico-tico e põe os seus. A pressão exercida chega a ser tão grande que, em certos locais, o tico-tico é eliminado.



Manifestações sonoras
Canto noturno e canto de susto: ao cair a noite emite um canto diferente, forte, caracterizado por prolongamento e acentuação das últimas notas, como: "hü, djü, djü ziü-ziü-ziü". O canto noturno causa impressão tão diferente do canto diurno que o leigo no assunto pode tomá-lo por vocalizaçõa de outra espécie de pássaro. O canto noturno ocorre de dia em situação de extremo susto, sendo produzido uma vez só, com todo o vigor.


Caça
A família Fringillidae é a mais procurada pelo comércio clandestino de aves silvestres.

SANHAÇO FRADE




SANHAÇO FRADE

O Pássaro:

Nome comum:
SANHAÇO FRADE, Azulão da Serra, Cabeça de velha.

Nome científico: Stephanophorus diadematus

Região onde é encontrado:
Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Mede 19,0 cm de comprimento e pesa 41,5g (macho).

Possui um canto melodioso, variado, lembrando o canto do Azulão.

Habitante notável das florestas montanhosas do sudeste e sul, o sanhaço-frade se destaca nas árvores secas, comumente cobertas por epifitas , dos espigões desolados, de onde sua vistosa plumagem azul contrasta com os vales cobertos de neblina que gradativamente se eleva dos grotões mais profundos, encobrindo por fim toda a paisagem.

Este pássaro pode ser visto com frequência em casais ou pequenos grupos familiares, voando entre as copas das arvores altaneiras à procura de pequenos frutos em companhia de outros frugívoros de altitude, como o sanhaço de encontro azul (Azure - shouldered Tanager) (Thraupis cyanoptera) e o Tiê - tinga (Magpie tanager) (Cissops leveriana).

Na criação em cativeiro o filhote deve ser anilhado no mínimo aos 3 dias e no máximo 5 dias após seu nascimento. Segundo tabela de anilhamento IN 01/03 IBAMA a anilha utilizada é a de Diâmetro 3,0.
Para cada matriz (casal) o criador poderá solicitar no máximo até 6 anilhas por temporada.

(Ver tabela de anilhamento IN 01/03 IBAMA. )

Alimentação:

Pássaro Frugívoro, Insetívoro.
Frutas: maçã, mamão, laranja, goiaba, caqui, banana e frutas de época.
Legumes: cenoura ou beterraba.
Verduras: escarola, serralha, couve.
Agua limpa e fresca, de preferência filtrada.